sábado, 23 de junho de 2012

EcoModa com amor!

Encontrei no blog Habla este artigo sobre um trabalho feito pelo amor ao planeta, motivado pelo comentário de uma criança de 6 anos! Isto aqui é só uma pitadinha do que você pode encontrar no site da Sacoleria.

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claudia mariCrédito: <p> Revista Claudia</p>

Menos é mais

Com texto e reportagem de Karla Spotorno, acompanhada de fotos de Felipe Redondo, a matéria “Desapego Inteligente” (edição de junho/ Revista Claudia) traz a história de três executivas que trocaram os luxos e o poder de altos cargos corporativos por uma vida mais simples, com mais liberdade e realização pessoal. Uma decisão  embalada pela reflexão sobre valores, limites e qualidade de vida. “Elas não deixaram de trabalhar duro ou de fazer as viagens dos sonhos.Só abriram mão do dinheiro que não compensa”, diz o texto da matéria. Confira abaixo outros trechos, e a íntegra na revista Claudia, nas bancas.

Um cargo alto em uma grande corporação. Roupas, sapatos e bolsas de grife. Drinques e jantares em lugares badalados. Viagens exóticas e carros de luxo na garagem. Que mulher (em sã consciência) diria adeus a esse mundo de luxo-poder-e-glória? A ex-presidente da Avon Eneida Bini, 50 anos, a publicitária Mariana Cogswell, 42 (ex-diretora de planejamento da agência Talent) , e a executiva Mônica de Mello Rodrigues, 47, não só abdicaram desses deliciosos prazeres como se dizem mais felizes sem eles. Depois de chegarem ao auge da carreira corporativa e usufruírem dos mimos e luxos dos altos executivos, perceberam que aquele padrão de consumo não mais combinava com elas. Decidiram dar um passo atrás. Ou melhor, deram um passo em outra direção.

“O senso comum diz que as mulheres devem ganhar independência financeira. Agora estamos repensando os valores, e isso assusta. Mesmo com esse espanto sobre a minha decisão, me sinto feliz. Trabalho com o que gosto e, principalmente, estou coerente com a minha essência”, Mariana Cogswell, 42 anos, coach e organizadora do TEDxdaluz, ex-diretora geral de planejamento estratégico da agência Talent.

“Hoje moro em Macaé (RJ), onde tenho uma consultoria que atende estrangeiros que vêm morar no Brasil. Em termos financeiros, perdi com a mudança, mas não me arrependo”, Mônica de Mello Rodrigues, 47 anos, sócia-diretora da Welcome Expats, ex-executiva de importadoras de perfumes e cosméticos.

 “As pessoas me perguntam se não tenho saudades da vida que eu levava. E a resposta é não. Não sinto falta do poder (...)”, Eneida Bini, 50 anoS, consultora, ex-presi dente da Herbal ife e da Avon no Brasil

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charloterrieCrédito: <p> montagem</p>

Charlotterie

O trabalho artesanal é o forte do estúdio Charlotterie,criado em 2009 por Flavia Renault e Patricia Sper com o objetivo de resgatar valores femininos e aplicá-los na decoração de festas e afins, oferecendo ainda cardápio com gosto de antigamente para esses eventos. No espaço físico da Chalotterie, em São Paulo, ainda há cursos de criatividade e oficinas de livros de memórias. A recompensa do trabalho da dupla é a valorização do artesanal e afetivo.
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sacoleriaCrédito: <p> divulgacao</p>

Sacoleria

http://sacoleria.com.br/Index.shtml

Sacoleria - marca de produtos (sacolas e capas para iPhone) feitos com tecidos 100 % reciclados-  não surgiu, segundo Andrea Hirata, por demanda ou perspectivas financeiras, mas sim pelo desejo de colaborar para um mundo futuro melhor. Antes de fundar a Sacoleria, Andrea trabalhava em uma agência de publicidade e se sentia desmotivada com os valores com que lidava. Encomendaram-lhe um levantamento de pequenas organizações que batalhavam por micro movimentos solidários. Ela se encantou com alguns projetos e começou a pensar em seguir o mesmo caminho. Mas a decisão de dar uso a materiais descartados veio depois que um dos filhos, de 6 anos, disse a ela que não poderia ter filhos pois o mundo não teria mais água quando ele fosse adulto. A recompensa financeira, diz Andrea, não é lá muito atraente, por assim dizer. Já a pessoal paga qualquer conta.


quinta-feira, 21 de junho de 2012


Acessórios: os 100 melhores da SPFW, verão 2013

Entre sapatos, bolsas, chapéus, óculos, brincos, colares e pulseiras, veja como os estilistas completaram seus looks de passarela

Ana Heloisa Costa 
Em uma temporada em que poucas roupas geraram o desejo imediato de consumo, algumas coleções tiveram nos acessórios seus pontos altos. Sapatos que tornam os pés instantaneamente sedutores, bolsas que adiantam a vontade pelos dias mais quentes, óculos perfeitos para encarar a temporada do sol e bijoux que tiram qualquer look basiquinho do sério. As opções não são nada discretas! Metais, plástico, couro, acrílico, vidro, pedras e cordas estão entre os materiais da vez. Veja como os estilistas que desfilam na semana de moda paulistana os moldaram:
Modelitos com para-brisa na coleção náutica de Reinaldo Lourenço. Foto: Fotoarena

sábado, 9 de junho de 2012


Divertidas, bolsas tipo cartoon 2D ganham versão nacional

Gravatas, até quando?!


Homens de gravata. Até quando?



Até quando? Até o dia que eles quiserem. Estou cheia de ouvir os homens reclamarem do uso do terno e gravata. Pois que parem de reclamar e... de usá-los. Já perderam boas oportunidades de dar um basta nessa formalidade que, parece, tanto os incomoda.

Até os anos 1950, o mundo era totalmente formal e não havia a menor chance de um homem “em mangas de camisa” (significando sem paletó e gravata) ser levado a sério e ter algum respeito da sociedade se não estivesse vestido corretamente (significando com paletó e gravata).

Depois dos anos 1960, e de todas as revoluções jovens que aconteceram no mundo, a roupa informal passou não só a existir, como a ser a roupa que o mundo adotou como padrão de moda e referência de comportamento informal e liberado (jeans, camiseta, polo etc...).

Essa informalidade acabou sendo adotada no dia a dia masculino e também nas empresas que criaram o casual friday e depois a casual week, embora o famoso traje social, o terno e a gravata, continue a viver, a respirar e a inspirar respeito. Até quando?

O primeiro agressor da gravata: Bill Gates (e Steve Jobs)

O primeiro a sacudir o império da formalidade foi Bill Gates nos anos 1990 quando fez do Vale do Silício, na California, o berço dos novos milionários do mundo. O garoto nerd, de bermuda e moletom, era recebido com honrarias por governadores e presidentes da república, banqueiros e executivos das maiores empresas americanas vestido como se tivesse vindo da faculdade. Um fazedor de dinheiro como ele, uma pessoa que inventou uma nova economia para o mundo, é recebido até se estiver de pijama. Mas ele, com o tempo, capitulou e passou a usar uma gravata. O mundo formal respirou aliviado e tudo continuou como antes.

Por ironia, assim que Gates adotou o formal, Steve Jobs (da Apple) voltou à cena - ele, que começou a vida de gravata, abandonou o acessório para sempre e adotou a imagem de jeans e gola rulê preta.

O  possível novo agressor: Mark Zuckerberg

Eis que o terno e a gravata estão de novo sob fogo pesado: Mr. Facebook, o novo gênio da economia virtual só usa moletom - e com gorro! Quem vai se recusar a um encontro de negócios com ele por causa disso? Resposta: ninguém.

Se ele quiser mudar o mundo de novo, agora por conta da roupa, a bola está com ele. Homens descontentes com suas gravatas: unam-se a ele, façam passeatas e peçam que ele destrua o império simbólico da roupa formal. 

No mundo masculino, só o poder econômico tem força para isso. E Mark Zuckerberg tem. Aproveitem a oportunidade ou continuem com suas gravatas!

 
Gloria Kalil


sexta-feira, 1 de junho de 2012

Música Francesa no Blog Markezza


Nouvelle Ame 

(New Soul)

Yael Naim

Je suis une nouvelle ame
Je peux faire esperer ce monde etrange
Je peux apprendre un peu comment donner et recevoir
Mais depuis que je suis ici, j'ai senti la joie et la crainte
Je me suis trouve, faisant que chaque erreur soit possible
La la la la...
Je suis une nouvelle ame dans ce monde etrange qui espere
Je peux apprendre un peu de ce qui est vrai et de la foi
Mais pourquoi ne pas essayer de communiquer?
Il n'est pas toujours facile de tomber amoureuse
La la la la...
C'est une fin heureuse car, tu ne comprends pas tout ce que tu as donne
Pourquoi tout est tellement si mal?
C'est une fin heureuse
Viens et donne-moi ta main
Je t'emmenerai loin
Je suis une nouvelle ame
Je peux faire esperer ce monde etrange
Je peux apprendre un peu comment donner et recevoir
Mais depuis que je suis ici, j'ai senti la joie et la crainte
Je me suis trouve, faisant que chaque erreur soit possible
La la la la...